F/ FLAVIN
Informação técnica 
Instalação/ Escultura
Lâmpadas fluorescentes
2008
Dan Flavin (1933-1996)
Razões da escolha
Fascinam-me as possibilidades do abstracto que Flavin explora com a luz, uma coisa aparentemente tão simples e minimal mas que é extremamente complexa (a luz branca contém todas as cores, por exemplo). A luz é uma coisa extremamente rápida e ao mesmo tempo parece imóvel e plácida.
As lâmpadas são coisas que todos temos e conhecemos, objectos banais e que passam quase despercebidos no dia-a-dia, a menos que falhem. Flavin descontextualiza-os, aplica-os a novas superfícies, em novos ângulos. Interessa-me pois parece seguir a tradição do ready-made de Duchamp refinando-o e depurando-o ainda mais e tornando-o mais inusitado. As obras de Flavin não precisam de uma iluminação especial, elas existem para além de tudo porque são feitas de luz.
Fundamentação teórica
What has art been for me? In the past, I have known it as a sequence of implicit decisions to combine traditions of painting and sculpture in architecture with acts of electric light defining space…”
Dan Flavin, 1965
Interveniente do movimento “new sculpture” e influenciado pelo construtivismo russo, destacou-se dos artistas minimalistas da sua época por rapidamente compreender e incorporar nas suas obras a importância do contexto em que estas eram apresentadas – desenhava as suas obras como site-specifics e criava uma lista de regras/guidelines que teriam de ser respeitadas para as colocar num outro lugar.
Porém, para além destas preocupações com a localização física, encontram-se no trabalho de Flavin também preocupações sobre o espaço como uma construcção conceptual e fenomenológica. Ele reconheceu na luz fluorescente o melhor veículo para as suas pretensões, pois, segundo o mesmo, a luz fluorescente é tão fluída que quase trai a sua presença física, estando por vezes próxima da transparência. A luz ultrapassa as barreira de molduras e pedestais, convenções de museu para as obras de arte. As obras de Flavin valorizam o museu em si, o espaço de cada sala, ao invés de as desprezar como meros contentores de peças.
A raiz da atitude de Flavin pode-se encontrar nos trabalhos Dadaístas, no questionamento da arte e na tradição pós-modernista de abolição de preconceitos e sistemas instituídos do mundo da Arte.

Curiosidades
Genesis 1:1-4
1 First God made heaven & earth 2 The earth was without form and void, and darkness was upon the face of the deep; and the Spirit of God was moving over the face of the waters. 3 And God said, “Let there be light”; and there was light. 4 And God saw that the light was good; and God separated the light from the darkness. 

F/ FLAVIN

Informação técnica 

Instalação/ Escultura

Lâmpadas fluorescentes

2008

Dan Flavin (1933-1996)

Razões da escolha

Fascinam-me as possibilidades do abstracto que Flavin explora com a luz, uma coisa aparentemente tão simples e minimal mas que é extremamente complexa (a luz branca contém todas as cores, por exemplo). A luz é uma coisa extremamente rápida e ao mesmo tempo parece imóvel e plácida.

As lâmpadas são coisas que todos temos e conhecemos, objectos banais e que passam quase despercebidos no dia-a-dia, a menos que falhem. Flavin descontextualiza-os, aplica-os a novas superfícies, em novos ângulos. Interessa-me pois parece seguir a tradição do ready-made de Duchamp refinando-o e depurando-o ainda mais e tornando-o mais inusitado. As obras de Flavin não precisam de uma iluminação especial, elas existem para além de tudo porque são feitas de luz.

Fundamentação teórica

What has art been for me? In the past, I have known it as a sequence of implicit decisions to combine traditions of painting and sculpture in architecture with acts of electric light defining space…”

Dan Flavin, 1965

Interveniente do movimento “new sculpture” e influenciado pelo construtivismo russo, destacou-se dos artistas minimalistas da sua época por rapidamente compreender e incorporar nas suas obras a importância do contexto em que estas eram apresentadas – desenhava as suas obras como site-specifics e criava uma lista de regras/guidelines que teriam de ser respeitadas para as colocar num outro lugar.

Porém, para além destas preocupações com a localização física, encontram-se no trabalho de Flavin também preocupações sobre o espaço como uma construcção conceptual e fenomenológica. Ele reconheceu na luz fluorescente o melhor veículo para as suas pretensões, pois, segundo o mesmo, a luz fluorescente é tão fluída que quase trai a sua presença física, estando por vezes próxima da transparência. A luz ultrapassa as barreira de molduras e pedestais, convenções de museu para as obras de arte. As obras de Flavin valorizam o museu em si, o espaço de cada sala, ao invés de as desprezar como meros contentores de peças.

A raiz da atitude de Flavin pode-se encontrar nos trabalhos Dadaístas, no questionamento da arte e na tradição pós-modernista de abolição de preconceitos e sistemas instituídos do mundo da Arte.

Curiosidades

Genesis 1:1-4

1 First God made heaven & earth 2 The earth was without form and void, and darkness was upon the face of the deep; and the Spirit of God was moving over the face of the waters. 3 And God said, “Let there be light”; and there was light. 4 And God saw that the light was good; and God separated the light from the darkness. 

F/ FLAVIN
Informação técnica 
Instalação/ Escultura
Lâmpadas fluorescentes
2008
Dan Flavin (1933-1996)
Razões da escolha
Fascinam-me as possibilidades do abstracto que Flavin explora com a luz, uma coisa aparentemente tão simples e minimal mas que é extremamente complexa (a luz branca contém todas as cores, por exemplo). A luz é uma coisa extremamente rápida e ao mesmo tempo parece imóvel e plácida.
As lâmpadas são coisas que todos temos e conhecemos, objectos banais e que passam quase despercebidos no dia-a-dia, a menos que falhem. Flavin descontextualiza-os, aplica-os a novas superfícies, em novos ângulos. Interessa-me pois parece seguir a tradição do ready-made de Duchamp refinando-o e depurando-o ainda mais e tornando-o mais inusitado. As obras de Flavin não precisam de uma iluminação especial, elas existem para além de tudo porque são feitas de luz.
Fundamentação teórica
What has art been for me? In the past, I have known it as a sequence of implicit decisions to combine traditions of painting and sculpture in architecture with acts of electric light defining space…”
Dan Flavin, 1965
Interveniente do movimento “new sculpture” e influenciado pelo construtivismo russo, destacou-se dos artistas minimalistas da sua época por rapidamente compreender e incorporar nas suas obras a importância do contexto em que estas eram apresentadas – desenhava as suas obras como site-specifics e criava uma lista de regras/guidelines que teriam de ser respeitadas para as colocar num outro lugar.
Porém, para além destas preocupações com a localização física, encontram-se no trabalho de Flavin também preocupações sobre o espaço como uma construcção conceptual e fenomenológica. Ele reconheceu na luz fluorescente o melhor veículo para as suas pretensões, pois, segundo o mesmo, a luz fluorescente é tão fluída que quase trai a sua presença física, estando por vezes próxima da transparência. A luz ultrapassa as barreira de molduras e pedestais, convenções de museu para as obras de arte. As obras de Flavin valorizam o museu em si, o espaço de cada sala, ao invés de as desprezar como meros contentores de peças.
A raiz da atitude de Flavin pode-se encontrar nos trabalhos Dadaístas, no questionamento da arte e na tradição pós-modernista de abolição de preconceitos e sistemas instituídos do mundo da Arte.

Curiosidades
Genesis 1:1-4
1 First God made heaven & earth 2 The earth was without form and void, and darkness was upon the face of the deep; and the Spirit of God was moving over the face of the waters. 3 And God said, “Let there be light”; and there was light. 4 And God saw that the light was good; and God separated the light from the darkness. 

F/ FLAVIN

Informação técnica 

Instalação/ Escultura

Lâmpadas fluorescentes

2008

Dan Flavin (1933-1996)

Razões da escolha

Fascinam-me as possibilidades do abstracto que Flavin explora com a luz, uma coisa aparentemente tão simples e minimal mas que é extremamente complexa (a luz branca contém todas as cores, por exemplo). A luz é uma coisa extremamente rápida e ao mesmo tempo parece imóvel e plácida.

As lâmpadas são coisas que todos temos e conhecemos, objectos banais e que passam quase despercebidos no dia-a-dia, a menos que falhem. Flavin descontextualiza-os, aplica-os a novas superfícies, em novos ângulos. Interessa-me pois parece seguir a tradição do ready-made de Duchamp refinando-o e depurando-o ainda mais e tornando-o mais inusitado. As obras de Flavin não precisam de uma iluminação especial, elas existem para além de tudo porque são feitas de luz.

Fundamentação teórica

What has art been for me? In the past, I have known it as a sequence of implicit decisions to combine traditions of painting and sculpture in architecture with acts of electric light defining space…”

Dan Flavin, 1965

Interveniente do movimento “new sculpture” e influenciado pelo construtivismo russo, destacou-se dos artistas minimalistas da sua época por rapidamente compreender e incorporar nas suas obras a importância do contexto em que estas eram apresentadas – desenhava as suas obras como site-specifics e criava uma lista de regras/guidelines que teriam de ser respeitadas para as colocar num outro lugar.

Porém, para além destas preocupações com a localização física, encontram-se no trabalho de Flavin também preocupações sobre o espaço como uma construcção conceptual e fenomenológica. Ele reconheceu na luz fluorescente o melhor veículo para as suas pretensões, pois, segundo o mesmo, a luz fluorescente é tão fluída que quase trai a sua presença física, estando por vezes próxima da transparência. A luz ultrapassa as barreira de molduras e pedestais, convenções de museu para as obras de arte. As obras de Flavin valorizam o museu em si, o espaço de cada sala, ao invés de as desprezar como meros contentores de peças.

A raiz da atitude de Flavin pode-se encontrar nos trabalhos Dadaístas, no questionamento da arte e na tradição pós-modernista de abolição de preconceitos e sistemas instituídos do mundo da Arte.

Curiosidades

Genesis 1:1-4

1 First God made heaven & earth 2 The earth was without form and void, and darkness was upon the face of the deep; and the Spirit of God was moving over the face of the waters. 3 And God said, “Let there be light”; and there was light. 4 And God saw that the light was good; and God separated the light from the darkness. 

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26 escolhas e o seu respectivo suporte teórico.
2011