I/ I CAN HAZ?
Razões da escolha
É a internet, está em todo lado, como é que eu podia ignorar a sua cultura?
Até para a vida real a vejo transportada.
Fundamentação teórica
A palavra meme designa uma ideia que é passada de pessoa para pessoa dentro de uma determinada cultura. A palavra vem da junção de “gene” com o francês “même” (“mesmo”) e, analogamente com os gentes que transmitem informações biológicas, os memes veiculam ideias.
E tal como os genes, os memes podem desparecer, sobreviver ou sofrer mutações.
O contexto do surgimento do conceito de meme remonta a 1904, no trabalho do bólogo alemãp Richard Semon que introduziu a noção de evolução social, Mais tarde, em 1976, o termo é tornado a aplicar por Dawkins no seu conhecido livro The Selfish Gene, para explicar o comportamento humano e a evolução cultural. As características fundamentais do meme são a rua replicabilidade e transmissão. Parece então natural que o conceito tenha o seu expoente máximo na Internet, terreno óptimo para a transmissão e repetição da comunicação.
Na Internet os memes formam-se a partir de diversos assuntos, desde obras literárias a assuntos da actualidade do mundo “offline”. Num contexto mais restrito, são entendidos como a repetição e adaptação de uma ideia, normalmente uma piada. Para que um meme seja identificado, este tem de se identificar visual e conceptualmente com as suas réplicas. Muitos memes acabam por passar do ecrã para a linguagem do dia-a-dia. Acabam também por se fechar cada vez mais sobre si, numa linguagem acessível apenas aos já iniciados e que só fazem sentido criando uma série de ligações a outros memes existentes. É como se a Internet tivesse acelerado a nossa capacidade de criar ligações mentais ao mesmo tempo que providencia essas ligações para informações.
Alguns dos memes mais conhecidos da Internet são os chamados “Demotivational Posters” e os “LolCats”. Mas fora da Internet os memes já existiam com algum esplendor, muito graças à televisão e ao cinema, que criavam uma plataforma capaz de transmitir uma mesma ideia a várias pessoas. Citações de Star Wars e cumprimentos do StarTrek são situações identificáveis como memes culturais. Mas a capacidade de, individualmente, moldar e voltar a passar essas ideias estava ainda muito aquém daquilo a que podemos ter acesso hoje.

I/ I CAN HAZ?

Razões da escolha

É a internet, está em todo lado, como é que eu podia ignorar a sua cultura?

Até para a vida real a vejo transportada.

Fundamentação teórica

A palavra meme designa uma ideia que é passada de pessoa para pessoa dentro de uma determinada cultura. A palavra vem da junção de “gene” com o francês “même” (“mesmo”) e, analogamente com os gentes que transmitem informações biológicas, os memes veiculam ideias.

E tal como os genes, os memes podem desparecer, sobreviver ou sofrer mutações.

O contexto do surgimento do conceito de meme remonta a 1904, no trabalho do bólogo alemãp Richard Semon que introduziu a noção de evolução social, Mais tarde, em 1976, o termo é tornado a aplicar por Dawkins no seu conhecido livro The Selfish Gene, para explicar o comportamento humano e a evolução cultural. As características fundamentais do meme são a rua replicabilidade e transmissão. Parece então natural que o conceito tenha o seu expoente máximo na Internet, terreno óptimo para a transmissão e repetição da comunicação.

Na Internet os memes formam-se a partir de diversos assuntos, desde obras literárias a assuntos da actualidade do mundo “offline”. Num contexto mais restrito, são entendidos como a repetição e adaptação de uma ideia, normalmente uma piada. Para que um meme seja identificado, este tem de se identificar visual e conceptualmente com as suas réplicas. Muitos memes acabam por passar do ecrã para a linguagem do dia-a-dia. Acabam também por se fechar cada vez mais sobre si, numa linguagem acessível apenas aos já iniciados e que só fazem sentido criando uma série de ligações a outros memes existentes. É como se a Internet tivesse acelerado a nossa capacidade de criar ligações mentais ao mesmo tempo que providencia essas ligações para informações.

Alguns dos memes mais conhecidos da Internet são os chamados “Demotivational Posters” e os “LolCats”. Mas fora da Internet os memes já existiam com algum esplendor, muito graças à televisão e ao cinema, que criavam uma plataforma capaz de transmitir uma mesma ideia a várias pessoas. Citações de Star Wars e cumprimentos do StarTrek são situações identificáveis como memes culturais. Mas a capacidade de, individualmente, moldar e voltar a passar essas ideias estava ainda muito aquém daquilo a que podemos ter acesso hoje.

I/ I CAN HAZ?
Razões da escolha
É a internet, está em todo lado, como é que eu podia ignorar a sua cultura?
Até para a vida real a vejo transportada.
Fundamentação teórica
A palavra meme designa uma ideia que é passada de pessoa para pessoa dentro de uma determinada cultura. A palavra vem da junção de “gene” com o francês “même” (“mesmo”) e, analogamente com os gentes que transmitem informações biológicas, os memes veiculam ideias.
E tal como os genes, os memes podem desparecer, sobreviver ou sofrer mutações.
O contexto do surgimento do conceito de meme remonta a 1904, no trabalho do bólogo alemãp Richard Semon que introduziu a noção de evolução social, Mais tarde, em 1976, o termo é tornado a aplicar por Dawkins no seu conhecido livro The Selfish Gene, para explicar o comportamento humano e a evolução cultural. As características fundamentais do meme são a rua replicabilidade e transmissão. Parece então natural que o conceito tenha o seu expoente máximo na Internet, terreno óptimo para a transmissão e repetição da comunicação.
Na Internet os memes formam-se a partir de diversos assuntos, desde obras literárias a assuntos da actualidade do mundo “offline”. Num contexto mais restrito, são entendidos como a repetição e adaptação de uma ideia, normalmente uma piada. Para que um meme seja identificado, este tem de se identificar visual e conceptualmente com as suas réplicas. Muitos memes acabam por passar do ecrã para a linguagem do dia-a-dia. Acabam também por se fechar cada vez mais sobre si, numa linguagem acessível apenas aos já iniciados e que só fazem sentido criando uma série de ligações a outros memes existentes. É como se a Internet tivesse acelerado a nossa capacidade de criar ligações mentais ao mesmo tempo que providencia essas ligações para informações.
Alguns dos memes mais conhecidos da Internet são os chamados “Demotivational Posters” e os “LolCats”. Mas fora da Internet os memes já existiam com algum esplendor, muito graças à televisão e ao cinema, que criavam uma plataforma capaz de transmitir uma mesma ideia a várias pessoas. Citações de Star Wars e cumprimentos do StarTrek são situações identificáveis como memes culturais. Mas a capacidade de, individualmente, moldar e voltar a passar essas ideias estava ainda muito aquém daquilo a que podemos ter acesso hoje.

I/ I CAN HAZ?

Razões da escolha

É a internet, está em todo lado, como é que eu podia ignorar a sua cultura?

Até para a vida real a vejo transportada.

Fundamentação teórica

A palavra meme designa uma ideia que é passada de pessoa para pessoa dentro de uma determinada cultura. A palavra vem da junção de “gene” com o francês “même” (“mesmo”) e, analogamente com os gentes que transmitem informações biológicas, os memes veiculam ideias.

E tal como os genes, os memes podem desparecer, sobreviver ou sofrer mutações.

O contexto do surgimento do conceito de meme remonta a 1904, no trabalho do bólogo alemãp Richard Semon que introduziu a noção de evolução social, Mais tarde, em 1976, o termo é tornado a aplicar por Dawkins no seu conhecido livro The Selfish Gene, para explicar o comportamento humano e a evolução cultural. As características fundamentais do meme são a rua replicabilidade e transmissão. Parece então natural que o conceito tenha o seu expoente máximo na Internet, terreno óptimo para a transmissão e repetição da comunicação.

Na Internet os memes formam-se a partir de diversos assuntos, desde obras literárias a assuntos da actualidade do mundo “offline”. Num contexto mais restrito, são entendidos como a repetição e adaptação de uma ideia, normalmente uma piada. Para que um meme seja identificado, este tem de se identificar visual e conceptualmente com as suas réplicas. Muitos memes acabam por passar do ecrã para a linguagem do dia-a-dia. Acabam também por se fechar cada vez mais sobre si, numa linguagem acessível apenas aos já iniciados e que só fazem sentido criando uma série de ligações a outros memes existentes. É como se a Internet tivesse acelerado a nossa capacidade de criar ligações mentais ao mesmo tempo que providencia essas ligações para informações.

Alguns dos memes mais conhecidos da Internet são os chamados “Demotivational Posters” e os “LolCats”. Mas fora da Internet os memes já existiam com algum esplendor, muito graças à televisão e ao cinema, que criavam uma plataforma capaz de transmitir uma mesma ideia a várias pessoas. Citações de Star Wars e cumprimentos do StarTrek são situações identificáveis como memes culturais. Mas a capacidade de, individualmente, moldar e voltar a passar essas ideias estava ainda muito aquém daquilo a que podemos ter acesso hoje.

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26 escolhas e o seu respectivo suporte teórico.
2011